Vale do Paraíba segue na fase laranja no mapa de flexibilização da quarentena de São Paulo

Anúncio foi feito pelo governador João Doria. Nova quarentena vai até 14 de julho

26 JUN 2020   |   Por Jornalismo  |   14:50
Foto: Divulgação/ Governo de SP
Vale do Paraíba segue na fase laranja no mapa de flexibilização da quarentena de São Paulo
Novo mapa do Plano São Paulo, atualizado em 26 de junho de 2020

As cidades do Vale do Paraíba, região bragantina e litoral norte seguirão na fase laranja do mapa de flexibilização do governo de São Paulo. O anúncio foi feito pelo governador João Doria no início da tarde desta sexta-feira (26), quando também estendeu a quarentena até 14 de julho.

O plano, denominado pelo governo como "retomada consciente", prevê cinco etapas. As regiões são classificadas em fases de acordo com os critérios definidos pela secretaria estadual da Saúde e pelo Comitê de Contingência para Coronavírus.

A maior parte do estado retorna ou permanece na fase vermelha, a mais restritiva. A cidade de São Paulo e 14 municípios da Grande São Paulo passam para a fase amarela e poderão abrir restaurantes, bares e salões de beleza. A orientação do Comitê de Saúde, entretanto, é para que a reabertura dos estabelecimentos só ocorra a partir do dia 6 de julho.

Na fase laranja desde o início de junho, as cidades da região publicaram decretos com regras para a retomada das atividades. São estipuladas regras de higiene, limite de pessoas no estabelecimento e horários de funcionamento, por exemplo.

A cor de cada região do mapa é determinada por uma série de critérios, entre eles taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100 mil habitantes. Esses indicadores são avaliados junto com dados de mortes, casos e internações por Covid-19 para determinar a fase em que se encontra cada região.

A regiões serão avaliadas periodicamente de acordo com os indicadores de saúde, verificando se cumprem os critérios para avançarem a uma fase de maior relaxamento a cada 14 dias ou voltar para uma fase mais restrita a cada 7 dias (ou imediatamente, caso haja evidência da piora da situação).

 

Fonte: G1

















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