Em duas semanas, Cruzeiro registra quatro mortes violentas

11 ABR 2019   |   Por Jornalismo  |   09:31
Foto: Reprodução

O assassinato de Willian Rodrigues, de 31 anos (foto), na madrugada desta quarta-feira (10) elevou para quatro as mortes violentas na cidade entre final de março e início de abril. No ano, segundo dados da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) ocorreram dez assassinatos e um suicídio.


Na madrugada de hoje, nas proximidades do Parque de Exposições, na Vila Juvenal, Willian Rodrigues foi abatido com três tiros nas costas e nas nádegas. No momento do registro, policiais militares não localizaram testemunhas, fato que impede traçar as circunstâncias do homicídio e a elucidação.


Em Lavrinhas, na mesma noite, foi morto a tiros Renato Clemente Mendes, o Peladão, de 34 anos. Com perfurações provocadas por tiros de revólver, o corpo foi encontrado na via de acesso ao Village Campestre. Apesar de investigado pela DIG de Cruzeiro, o caso entra nas estatísticas de Lavrinhas.


A onda de mortes violentas em Cruzeiro em duas semanas começou com a morte de Marcos Paulo Rocha, de 19 anos, na Vila Romana, no dia 30 de março, um sábado. Marcos Rocha morreu com três tiros no rosto. No dia seguinte, 31, morreu enforcado Willian Lemos, de 27 anos. O corpo foi encontrado pendurado numa corda na escadaria ao lado da sede piscina do Cruzeiro FC.


Na segunda-feira (08) morreu com um tiro na boca o motoboy Átila de Paula, o "Boladão", de 31 anos. A DIG informou que "Boladão" foi atacado no momento em que chegava à residência da namorada, na Rua Alfredo Teixeira Pinto, na Washington Beleza. O atirador estava encapuzado. Mesmo ferido, "Boladão" ainda perseguiu o agressor por cerca de 500 metros, mas não resistiu e caiu na calçada.


No início das investigações, o delegado Sandro Henrique Franqueira, titular da DIG, afirmou não haver ligações aparentes entre os homicídios, mas não descartamos a hipótese. A investigação trabalha com as variantes de crimes encomendados por rivalidade pelo tráfico ou por vingança.



Fonte: O impacto da notícia
  

















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